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domingo, 20 de maio de 2012
O que a Igreja diz sobre a alma das pessoas que morrem?
Venho neste post compartilhar um texto que recebi do Informativo Cléofas. Achei muito rico este artigo para nosso conhecimento da doutrina católica e estou compartilhando, veja abaixo...
A Igreja ensina que quando morremos somos julgados por Deus, podendo ir para o céu, o purgatório terminar a purificação, ou mesmo para o inferno, se rejeitarmos a Deus. Veja o que diz o Catecismo da Igreja:
1008 - A morte é consequência do pecado. Embora o homem tivesse uma natureza mortal, Deus o destinava a não morrer (Sab 2, 23). A morte foi, portanto, contrária aos desígnios de Deus criador e entrou no mundo como consequência do pecado. "A morte corporal, à qual o homem teria sido subtraído se não tivesse pecado"(GS, 18), é, assim, o "último inimigo" do homem a ser vencido (1Cor 15,26).
1009 - A morte é transformada por Cristo. Jesus, o Filho de Deus, sofreu Ele também a morte, própria da condição humana. Todavia, a pesar do seu pavor diante dela (Mc 14, 33-34), assumiu-a em um ato de submissão total e livre à vontade de seu Pai. A obediência de Jesus transformou a maldição da morte em bênção (Rom 5, 19-21).
1010 - O sentido da morte cristã - Graça a Cristo a morte cristã tem um sentido positivo. "Para mim, a vida é Cristo, e morrer é lucro" (Fl 1, 21). "Fiel é esta palavra: se com Ele morremos, com Ele viveremos" (2Tm 2, 11). A novidade essencial da morte cristã está nisto: pelo Batismo, o cristão já está sacramentalmente "morto com Cristo" para viver uma vida nova; e, se morrermos na graça de Cristo, a morte física consuma esse "morrer com Cristo" e completa, assim, nossa incorporação a ele em seu ato redentor.
1011 - Na morte, Deus chama o homem a si. É por isso que o cristão pode sentir, em relação à morte, um desejo semelhante ao de S. Paulo: "O meu desejo é partir e estar com Cristo" (Fl 1, 23) e pode transformar sua própria morte em um ato de obediência e de amor ao Pai, a exemplo de Cristo. (Lc 23, 46)
1013 - A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo de graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir seu destino último. Quando tiver terminado "o único curso de nossa vida terrestre" (LG, 48), não voltaremos mais a outras vidas terrestres. "Os homens devem morrer uma só vez" (Hb 9,27). Não existe reencarnação depois da morte.
1014 - A Igreja nos encoraja à preparação da hora da nossa morte ("Livra-nos Senhor, de uma morte súbita e imprevista": antiga ladainha de todos os santos), a pedir à Mãe de Deus que interceda por nós "na hora da nossa morte" (Ave-Maria) e a entregar-se a São José, padroeiro da boa morte.
Mortos
1055 - Em virtude da "comunhão dos santos", a Igreja recomenda os defuntos à misericórdia de Deus e oferece em favor deles sufrágios, particularmente o santo sacrifício eucarístico.
Juízo Final
1059 - A santíssima Igreja romana crê e confessa firmemente que no dia do Juízo todos os homens comparecerão com o seu próprio corpo diante do tribunal de Cristo para dar contas de seus próprios atos" (DS 859,1549)
1038 - A ressurreição de todos os mortos, "dos justos e dos injustos" (At 24, 15), antecederá o Juízo Final. Este será "a hora em que todos os que repousam nos sepulcros ouvirão sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para uma ressurreição de vida; os que tiverem praticado o mal , para uma ressurreição de julgamento" (Jo 5, 28-29). Então Cristo "virá em sua glória, e todos os seus anjos com Ele. (...) E serão reunidas em sua presença todas as nações, e Ele há de separar os homens uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos...
1039 - É diante de Cristo - que é a Verdade - que será definitivamente desvendada a verdade sobre a relação de cada homem com Deus (Jo 12, 48). O Juízo Final há de revelar, até as últimas conseqüências o que um tiver feito de bem ou deixado de fazer durante a sua vida terrestre.
1040 - O Juízo Final acontecerá por ocasião da volta gloriosa de Cristo. Só o Pai conhece a hora e o dia desse Juízo, só Ele decide de seu advento. Por meio de seu Filho, Jesus Cristo, Ele pronunciará então sua palavra definitiva sobre a história. Conheceremos então o sentido último de toda a obra da criação e de toda a economia da salvação, e compreenderemos os caminhos admiráveis pelos quais sua providência terá conduzido tudo para seu fim último. O Juízo Final revelará que a justiça de Deus triunfa de todas as injustiças cometidas por suas criaturas e que seu amor é mais forte que a morte (Ct 8,6).
1041 - A mensagem do Juízo Final é apelo à conversão enquanto Deus ainda dá aos homens "o tempo favorável, o tempo da salvação" (2Cor 6,2). O Juízo Final inspira o santo temor de Deus. Compromete com a justiça do Reino de Deus. Anuncia a "bem-aventurada esperança" (Tt 2,13) da volta do Senhor, que "virá para ser glorificado na pessoa dos seus santos e para ser admirado na pessoa de todos aqueles que creram (2Ts 1,10).
681 - No dia do juízo, por ocasião do fim do mundo, Cristo virá na glória para realizar o triunfo definitivo do bem sobre o mal, os quais, como o trigo e o joio, terão crescido juntos ao longo da história.
682 - Ao vir no fim dos tempos para julgar os vivos e os mortos, Cristo glorioso revelará a disposição secreta dos corações e retribuirá a cada um conforme as suas obras e segundo tiver acolhido ou rejeitado a sua graça.
Juízo Particular
1051 - Cada homem, em sua alma imortal, recebe sua retribuição eterna a partir de sua morte, em um Juízo Particular feito por Cristo, juiz dos vivos e dos mortos.
1021- A morte põe fim à vida do homem como tempo aberto ao acolhimento ou à recusa da graça divina manifestada em Cristo (2Tm 1,9-10). O Novo Testamento fala do juízo principalmente na perspectiva do encontro final com Cristo na segunda vinda deste, mas repetidas vezes afirma também a retribuição, imediatamente depois da morte, de cada função das suas obras e da sua fé. A parábola do pobre Lázaro (Lc 16,22) e a palavra de Cristo na cruz ao bom ladrão (Lc 23,43), assim como outros textos do Novo Testamento (2Cor 5,8; Fl 1,26; Hb 9,27; 12,23) falam de um destino último da alma, que pode ser diferente para uns e outros.
1022 - Cada homem recebe em sua alma imortal a retribuição eterna a partir do momento da morte, num Juízo Particular que coloca sua vida em relação à vida de Cristo, seja através de uma purificação (Conc. de Lião II, DS 856; Conc. de Florença, DS 1384; Conc. de Trento, DS 1820), seja para entrar de imediato na felicidade do céu (Con. de Lião II, DS 857; João XXII, DS 991; Bento XII, Benedictus Deus; Conc. de Florença, DS 1305), seja para condenar-se de imediato para sempre (Conc. de Lião II, DS 858; Bento XII, Benedictus Deus; Conc. de Florença, DS 1306).
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Orem uns pelos outros
Neste feriado de finados, me recolhi para leitura, e gostaria de compartilhar a todos vocês um texto entregue no folhetinho da Igreja do Espírito Santo em São José dos Campos-SP.
O tema é: Orem uns pelos outros.
Leitura: Tiago 5,16 / Salmo: 40 (39)
À Igreja que se reúne nas casas, Paz!
Introdução: A oração é essencial à vida Cristã, e por meio dela pedimos a Deus, proteção, direção e provisão. Mas o Cristão não pode limitar-se a orar sobre os seus próprios interesses. Somos membros uns dos outros (Romanos 12,5), portanto devemos nos preocupar uns com os outros e apresentar a Deus uns aos outros, em oração.
O que significa orarmos uns pelos outros?
Significa comunicarmos a Deus as necessidades, as preocupações ou mesmo os pecados dos nossos irmãos, pedindo a Deus que abençoe e aja em benefício destes irmãos, para realizar a sua vontade.
Como podemos viver este mandamento?
1 - Ganhar a confiança dos irmãos da célula, para que se sintam à vontade em partilhar conosco e pedir nossas orações;
2 - Temos a obrigação de orarmos uns pelos outros, de modo geral, mesmo que nenhum irmão tenha mencionado um pedido específico de oração;
3 - Devemos deixar o irmão saber que estamos orando por ele. Isso anima-o a confiar mais plenamente em Deus para a solução dos seus problemas;
4 - Na célula sempre devemos incluir pedidos específicos e permitir que os irmãos orem por nós;
5 - A oração pelos irmãos é um verdadeiro serviço que exige tempo e esforço. É a coisa mais valiosa que podemos fazer por um irmão.
Conclusão: A prática da oração na célula é de inestimável valor. Quando os cristãos revelam uns aos outros as suas necessidades para que os irmãos orem a seu favor, cada um é levado a depender mais de Deus e dos membros do Corpo. Todos são incentivamos a serem mais sinceros e abertos quando descobrem que os membros do grupo os amam e se preocupam pelo seu bem estar. Em resposta à oração, as necessidades de cada membro do grupo são superadas. Os membros se sentem mais animados e agradecidos. E todos vivem de modo mais produtivo e semelhante a Cristo.
Perguntas para reflexão:
1) Você ora pelos membros de sua célula?
2) O que a célula pode fazer para que esse compromisso seja vivido de maneira concreta?
sábado, 29 de outubro de 2011
Saúdem-se uns aos outros
Venho hoje compartilhar um texto que li no jornalzinho da Paróquia Espírito Santo em São José dos Campos. Veja abaixo:
A Igreja que se reúne nas casas, paz!
Introdução: Um dia você encontra um(a) irmão(ã) de célula enquanto caminha pela rua e deseja cumprimentá-lo(la) de maneira afetuosa. Então você pensa: "Nossa, como é bom encontrar com um(a) companheiro(a) de célula!" Você o(a) cumprimenta, mas ele(a) não responde ao seu animado cumprimento. Você pensa: "O que aconteceu, por que ele(a) não respondeu à minha saudação? Ficou surdo? Está preocupado(a) com algum problema? É orgulhoso(a)? Não gosta de mim?" Seja qual for a verdadeira razão, você ficou magoado(a) e aquela pessoa acaba de lançar uma sementinha de irritação e discórdia no seu coração. Por isso, o mandamento da Palavra de Deus é: "Cumprimentem uns aos outros com um beijo de irmão" (I Coríntios 16,20). Paulo sempre fazia questão de mandar saudações da Igreja onde ele estava para a Igreja a quem se destinava suas cartas - I Coríntios 16, 19-20; Romanos 16,22; Atos 21,7.
Jesus reclamou que não foi saudado pelo seu anfitrião: "Você não me beijou quando eu cheguei; ela, porém, não pára de beijar meus pés, desde que entrei." (Lucas 7,45). O beijo que aparece nestes textos tem um sentido cultural no Oriente, um aperto de mão, um abraço ou um gesto semelhante tem o mesmo sentido. Os costumes variam de um lugar para outro; mas o princípio que não muda é o seguinte: os cristãos devem valorizar a presença uns dos outros, como presença do próprio Senhor.
Como vivermos o mandamento da saudação em Cristo:
1 - Devem ser pessoais e havendo possibilidades individuais (III João 1,15).
2 - Devem ser oferecidas com imparcialidade (I Coríntios 1,2-3). Não devemos saudar somente as pessoas que nos são simpáticas.
3 - Comunicarmos, quando viável, reconhecimento e apreço pelo trabalho que a pessoa faz (Romanos 16,12).
Existe alguém que não devo cumprimentar?
A Bíblia diz que sim. A saudação deve ser negada às pessoas, que se dizendo irmãos, estejam ensinando doutrinas contrárias a fé no Evangelho (conforme II João 1,9-11), pois quem os saúda torna-se participante das suas obras malignas.
Em que sentido o mandamento de saudar sinceramente a todos melhora o relacionamento entre os(as) irmãos(ãs) da célula?
O valor deste mandamento é grande para ajudar a se criar um ambiente de amor e afeto entre os irmãos. Praticando-o de maneira constante e coerente, a célula e toda paróquia ficará mais unida e ganhará maior ânimo para expressar de muitas maneiras o seu mútuo amor em Cristo.
Perguntas para reflexão:
1- A sua célula é afetuosa, todos se saúdam? Se sim, o que isto faz a todos? Se não, por que isto acontece? (Não faça acusações ou julgamentos).
2- Tenha o hábito de saudar a todos? Se não o faço, como posso mudar minha atitude?
Um abençoado Sábado a todos!
Um forte abraço!
Rodolfo
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Eles verão a Deus
Venho neste tópico, apresentar um texto que li no jornal de comunicação da paróquia aonde participo. Segue texto abaixo.
Um dos grandes desejos do ser humano é tomar consciência, ver com os próprios olhos tudo que está fora de si, contemplar o universo desde a beleza do céu estrelado, a delicadeza dos lírios do campo, a imensidão do oceano, e contemplar com os olhos da fé o mundo interior onde ele constrói a sua vida. Os autores de espiritualidade e os psicólogos, que para serem tais devem ser místicos, dizem que os cinco sentidos humanos (visão, audição, tato, paladar, olfato) são as janelas pelas quais o mundo entra em nós e através das quais podemos ver o mesmo mundo. Jesus, sempre prático e atento à realidade que o circunda, oferece-nos as bem-aventuranças como caminho de vida e de experiência humana (Mt 5,1-11). São uma síntese poderosa de teologia e de antropologia.
Particularmente interessante é a bem-aventurança que diz: "Bem aventurados os puros de coração, porque verão a Deus" (Mt 5,8). Essas palavras de Jesus provocam uma série de questionamentos e interrogações, principalmente ao ser humano da pós-modernidade, doente de cientificismo, que tudo quer provar e constatar. Os cientistas e positivistas são sempre desafiados por Jesus na própria incredualidade, como aconteceu com Tomé: "Coloque o seu dedo no furo dos pregos e na ferida do meu peito". Alguns refutam: "Como é possível ver com o coração?". Porém não é por acaso que a Bíblia diz que os olhos vêem as aparências e que Deus nos deu um coração para pensar e ver.
"Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos." É sabedoria popular de o Pequeno Príncipe (livro de Antoine de Saint Exupéry, escritor francês) e de todos os pequenos e pequenas princesas que percorrem o caminho da simplicidade. É preciso descomplicar para perceber a presença de Deus na beleza do cosmo que fez Francisco de Assis dizer "irmão sol, irmã lua, irmão terra, irmão fogo". E São João da Cruz exclamar: "Meu Deus é o céu, minha é a terra, Deus é meu e tudo é meu".
Deus está lá onde os nossos olhos enxergam. É um erro pensar ue ele estava mais presente ontem do que hoje, que falava mais ontem do que amanhã. Ele, sendo amor, não é passível de mais ou de menos. Será sempre o máximo e vai se doar sempre a quem a ele se doa totalmente. Os puros, que têm mais simplicidade no coração, são felizes, pois conseguem ver Deus onde outros não encontram nada.
Vou terminar com uma história, para você refletir um pouco mais. Uma jovem deu um botão de rosa a um bêbado na calçada. Ele jogou a rosa fora e não reconheceu nela nenhum valor. Se a rosa é oferecida a uma criança, ela arranca as pétalas e também não dá nenhum valor. Oferecida à mãe, ela chora. Ofertada a um contemplativo, ele conta a beleza de Deus. As rosas, as pessoas, segundo como são olhadas e contempladas, falam-nos de Deus. Se você não enxerga Deus na criação, nas pessoas, não é porque Deus não está, mas porque seus olhos estão doentes. Coloque o colírio da fé, da esperança e do amor e enxergará Deus nos outros e em toda criação.
Texto escrito por frei Patrício Sciadini, ocd
Apenas uma observação que eu gostaria de fazer quanto ao texto. Não é correto generalizar os cientistas como desafiadores de Deus. A ciência é importante, todos sabemos. Mas ela precisa estar andando em harmonia com a religião. E para todas as profissões... Que entendam que Deus está acima de tudo. E que precisamos dele. Achei muito bonito este texto, por isso resolvi compartilhar. Espero que ele possa ajudar em sua reflexão.
Um forte abraço
Rodolfo
terça-feira, 22 de março de 2011
Catecismo da Igreja Católica [Texto de Sto. Agostinho]
Olá a todos,
Venho hoje refletir sobre uma frase encontrada no CIC:
Pedro ainda não tinha compreendido isso ao desejar viver com Cristo sobre a montanha. Ele reservou-te isto, Pedro, para depois da morte. Mas agora Ele mesmo diz: Desce para sofrer na terra, para servir na terra, para ser desprezado, cruficado na terra. A vida desce para fazer-se matar; o Pão desce para ter fome; o Caminho desce para cansar-se da caminhada; a Fonte desce para ter sede; e tu recusas sofrer? #850
850 : Sto. Agostinho, Serm. 78,6: PL 38,492-493.
Este lindo texto nos faz refletir sobre o viver. Nosso viver tem que ser na virtude, sem acomodação.
Temos que aproveitar este momento para a caridade. Nos esvaziar de nós, e nos encher do amor de Deus. E o sofrimento é necessário. Não vivemos para esta vida. Queremos viver a vida eterna!
Que nossa prática de caridade, principalmente neste tempo de Quaresma seja objetivo de nosso dia-a-dia.
Um forte abraço a todos.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Bom dia a todos !
Venho por meio deste tópico compartilhar algumas frases que li no livro "Sou católico vivo a
minha fé", uma publicação da CNBB. Este livro eu ganhei do Padre Bentinho, pároco da paróquia
São Sebastião, na vila industrial - São José dos Campos. Ele presenteou todos os catequistas.
Confesso que este ato me motivou bastante. Veja abaixo algumas frases:
"Precisamos estar sempre prontos a dar a razão da sua esperança a todo aquele que a pedir."
(cf. 1Pd 3,15)
"Queremos ver Jesus, caminho, verdade e vida" (cf. Jo 12)
1. Ser católico é crer em Deus Pai, Filho e Espírito Santo;
2. Ser católico é alimentar a fé na fonte da revelação divina, através da tradição da Sagrada
Escritura e no magistério da Igreja;
3. Ser católico é viver a fé como adesão a Jesus Cristo e obediência à sua palavra;
4. Ser católico é viver a fé como dom de Deus e tudo oferter para o bem dos irmãos e irmãs;
"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei assim também vós deve amar-vos uns aos outros" (Jo 13, 34)
"No acreditar é que a pessoa realiza o ato mais significativo de sua existência, de fato,
nele a liberdade alcança a certeza da verdade e decide viver nela" (FR13)
"Deus amou tanto o mundo que deu o seu filho único, para que todo o que nele crer não pereça,
mas tenha a vida eterna" (Jo 3,16)
"E a palavra se fez carne e veio morar entre nós" (Jo 1, 14)
"Conhecereis a verdade, e a verdade vós tornará livres" (Jo 8, 32)
Bom pessoal, essas foram algumas frases para reflexão do nosso ser.
Quem tiver comentários, eles serão bem vindos.
Uma semana abençoada a todos!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Confissão Comunitária
Veja abaixo um texto sobre o Sacramento da Confissão pelo majistério da Igreja Católica escrito pelo Professor Felipe de Aquino. Neste tempo de advento é necessário a preparação do Cristão para o Natal.
Segundo este documento, a «absolvição geral» ou «coletiva» tem um caráter de excepcionalidade» e não pode enviar-se com caráter geral, a não ser que se dêem duas condições. O Catecismo da Igreja explica quando se pode realizar a Confissão comunitária:
§1483 – “Em casos de necessidade grave, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação com confissão e absolvição gerais. Esta necessidade grave pode apresentar-se quando há um perigo iminente de morte sem que o os sacerdotes tenham tempo suficiente para ouvir a confissão de cada penitente. A necessidade grave pode também apresentar-se quando, tendo-se em vista o número dos penitentes, não havendo confessores suficientes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo razoável, de modo que os penitentes; sem culpa de sua parte, se veriam privados durante muito tempo da graça sacramental ou da sagrada Eucaristia. Nesse caso, os fiéis devem ter, para a validade da absolvição, o propósito de confessar individualmente seus pecados no devido tempo (CDC, cân. 962,1). Cabe ao Bispo diocesano julgar se os requisitos para a absolvição geral existem (CDC, cân. 961). Um grande concurso de fiéis por ocasião das grandes festas ou de peregrinação não constitui caso de tal necessidade grave (CDC, cân. 961,1)”.
É importante notar que a Igreja obriga a pessoa que realizou uma Confissão comunitária, se confessar com o sacerdote tão logo seja possível. Assim, a Confissão comunitária, embora válida, não substituiu a Confissão auricular.
Note também que o documento declara que «não se considera suficiente necessidade quando não se pode dispor de confessores por causa só de uma grande concorrência de penitentes, como pode suceder em uma grande festa ou peregrinação».
A primeira coisa que Jesus fez após a Ressurreição, no mesmo domingo, foi instituir o Sacramento da Confissão: “Dizendo isto soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo; aqueles a quem perdoardes os pecados, os pecados ser-lhes-ão perdoados; aqueles aos quais os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,22-23).
O Catecismo da Igreja ensina que “O perdão dos pecados cometidos após o Batismo é concedido por um Sacramento próprio chamado sacramento da Conversão, da Confissão, da Penitência ou da Reconciliação”(§1486). E que “Aquele que quiser obter a reconciliação com Deus e com a Igreja deve confessar ao sacerdote todos os pecados graves que ainda não confessou e que se lembra depois de examinar cuidadosamente sua consciência” (§1493).
No mínimo uma vez ao ano todo católico deve se confessar; é um dos mandamentos da Igreja: “Todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano” (CDC, cân. 989). Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental (Conc. Trento, DS 1647,1661), a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar a um confessor (CDC, cân. 916; CCEO, cân.711). As crianças devem confessar-se antes de receber a Primeira Eucaristia” (CDC, cân. 914). (§1457).
O Catecismo da Igreja chama o Sacramento da Confissão de “Sacramento de cura”. Certa vez o Papa João Paulo II disse que os consultórios de psiquiatras estão cheios porque os Confessionários estão vazios.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Dogma
Hoje venho escrever sobre Dogma.
Dogma é uma palavra grega. Etimologicamente exprime pensamento, princípio ou doutrina. Tem sua origem na palavra dokein, que significa "o que nos parece bom", e também "pensar, opinar". Essa raiz grega também compõe outras palavras como, por exemplo, ortodoxia (opinião ou doutrina correta, pois orthós significa reto, correto), heterodoxia (doutrina contrária, em que hétero quer dizer outro, distinto, contrário) e paradoxo (opinião contrária à comum).
O dicionário de Teologia (Loyola, 1970) nos diz que o termo dogma provém do ambiente filosófico e jurídico. Na filosofia, os princípios transmitidos pelas escolas filosóficas eram chamados de dogmata (em latim foi traduzido por "decreto"). No âmbito jurídico, dogma era utilizado para referir-se ao ensinamento de uma autoridade legítima, sendo muitas vezes utilizado como sinônimo de lei, decreto ou disposições.
Essa palavra foi incorporada pela Igreja. No Novo Testamento, Paulo utiliza a palavra dogmata para se referir às prescrições e às leis do Antigo Testamento (Ef 2, 14-15). Os padres da Igreja adotaram a palavra dogma como sinônimo de "artigo de fé, de doutrina proclamada solenemente" (Inácio de Antioquia). No Concílio Vaticano I (1869-1870), a palavra dogma ganhou o significado que hoje conhecemos.
Hoje a Igreja entende que o dogma é o pronunciamento formal definitivo e infalível das verdades da fé e da moral, proclamados pelo Magistério da Igreja, ou seja, o Papa ou o Concílio Ecumênico com o Papa (Código de Direito Canônico, 749). De uma forma mais simples e pedagógica, o Catecismo da Igreja Católica definiu os dogmas como "luzes no caminho de nossa fé que o iluminam e tornam seguro" (CIC 89).
Fonte: Pe. Maciel M. Claro - Revista Ave Maria
Para mais informações sobre os Dogmas Católicos acesse o link abaixo:
http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/juberto/20.htm
Um forte abraço
domingo, 30 de maio de 2010
O Dógma da Santíssima Trindade
Venho compartilhar uma citação do livro "Catecismo da Igreja Católica" sobre o Dógma da Santíssima Trindade; veja abaixo:
"A Trindade é Una. Não professamos três deuses, mas um só Deus em trêspessoas: "a Trindade consubstancial". As pessoas divinas não dividem entre si a única divindade, mas cada uma delas é Deus por inteiro: "O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, isto é, um só Deus por natureza". "Cada uma das três pessoas é esta realidade, isto é, a substância, a essência ou a natureza divina".
As pessoas divinas são realmente distintas entre si. "Deus é único, mas não solitário". "Pai", "Filho" e "Espírito Santo" não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: "Aquele que é o Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho". São distintos entre si por suas relações de origem: "É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede". A Unidade divina é Trina.
As pessoas divinas são relativas umas às outras. Por não dividir a unidade divina, a distinção real das pessoas entre si reside unicamente nas relações que as referem uma às outras: "Nos nomes relativos das pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santos aos dois; quando se fala destas três pessoas considerando as relações, crê-se todavia em uma só natureza ou substância". Pois "tudo é uno [neles] la onde não se encontra a oposição de relação". "Por causa desta unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo, todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho"".
Desejo um ótimo domingo!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Vem aí a 20ª Festa nas Colinas!
Estive ausente sem postar novos tópicos porcausa de um problema no sinal do Speedy em minha região, como vocês devem ter ouvido nos notíciários o serviço do Speedy ficou indisponível em muitas localidades e foi o motivo de muitas reclamações. Enfim, agora que está tudo solucionado volto a preparar os posts com muito carinho, e nesse post em especial quero divulgar um grande evento realizado pela Diocese de SJCampos, festa nas colinas, quem quiser comprar Rifas... envie um e-mail para rodolfuuu@gmail.com .
Vem aí a 20ª Festa nas Colinas!
Festa irá acontecer em novo horário e novo local.
Em agosto, mês das vocações, a diocese de São José dos Campos irá realizar a 20ª Festa nas Colinas, em prol da manutenção dos seminários - as casas de formãção dos futuros padres. Este ano, a festaterá novo horário e local: será na Paróquia Coração de Jesus, no Bosque dos Eucaliptos, apenas no domingo, no dia 16 de agosto, das 9h às 21h.
Os visitantes vão saborear as delícias como o hamburgão, bolinho caipira, sorvete, churrasco gaúcho com arroz carreteiro, o strogonoff e outros pratos preparados, com muito carinho, pelas equipes das paróquias e pastorais. A animação também continua a mesma, comandada pelos locutores da Rádio Mensagem. Tem ainda o sorteio de vários prêmios, entre eles, um carro zero km e muitas outras atrações para agradar a toda família.
Você também pode ajudar na formação de nossos seminaristas. Participe desta grande festa e adquira o bilhete que dá direito a concorrer aos diversos prêmios, por R$ 3,00. Os carnês já foram distribuídos nas paróquias, pastorais e movimentos de nossa diocese. Ajude as vocações.
Fique atento ao novo local: Paróquia Coração de Jesus, Avenida Andrômeda, 3.500 (Próximo ao Pró-Visão), no Bosque dos Eucaliptos, em São José dos Campos.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Momento Reflexão
Tivemos mais um final de semana que passou, minhas férias do serviço terminaram. Estou muito grato pelos momentos que tenho presenciados em minha vida. E quero deixar nesse "posting" algumas perguntas.
Como está indo sua vida ?
Você tem vivido o presente? você tem plantado coisas boas? sua colheita está boa? Você tem conseguido superar os seus problemas? Suas atitudes estão sendo justas e respeitosas ? Você tem colocado o amor sobre todas as coisas ?
Graças ao nosso bom Deus, cheio de misericordia em que temos fé, que todos as nossas falhas são perdoadas, mas precisamos tomar a decisão com muita humildade de que estamos arrependidos de nossas falhas e buscar um momento presente para nos corrigirmos.
Este momento de reflexão é muito importante para nós Cristãos, pois pode ser que nossa vida esteje uma maravilha, mais pode ser que estejamos vivendo um verdadeiro caos, e a única solução para o caos em sua vida é parar para refletir sobre seus atos, suas atitudes, e propor mudança de vida, conversão.
Acreditar na misericorda de nosso Deus de uma forma verdadeira, viver esse Deus misericordia em sua vida, todos nós somos pecadores, cometemos erros, e o poder do arrependimento faz milagres em nossas vidas. Você não deve guardar rancor, ódio, irá, raiva, ressentimento, vingança em seu coração, essas coisas atrapalham você a viver o que Deus te proporcionou nesta vida.
Para você que acredita no poder do arrependimento, aleluia ! Não pode esquecer também que um momento de reflexão é muito bem vindo e importante em sua vida. Participar da Missa proporciona fazer uma reflexão de como anda sua vida. Essa intimidade com Deus deve ser frequente. Para ter a certeza de que você está trilhando um caminho certo, um caminho de verdade, de vida !
Obrigado Senhor por todas as maravilhas que o Senhor me proporciona em minha vida. Amém !
Um forte abraço e uma semana abençoada !