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domingo, 3 de julho de 2011
O SACRAMENTO DA EUCARISTIA
Os católicos se reúnem aos domingo para celebrar a ressurreição do Senhor. Deus Pais os convoca em sua casa para celebrar esta festa. Desde o tempo dos Apóstolos, os cristãos sabem que não podem viver sem a Eucaristia no domingo, o Dia do Senhor.
A palavra Eucaristia significa "ação de graças". Com fé e alegria, reunimos-nos em nome do Senhor, escutamos sua Palavra, damos graças ao Pai, oferecemo-nos a ele com Jesus Cristo, alimentamo-nos com o pão de vida e somos enviados à missão.
Durante a Missa, através daquele que preside a celebração, a Igreja suplica ao Pai que envie o Espírito Santo sobre o pão e o vinho, para que os transorme no Corpo e Sangue de Cristo; e também sobre a comunidade reunida, para que, recebendo o Corpo e Sangue do Senhor, seja por ele renovada e reunida num só corpo, o Corpo de Cristo.
Comungar é unir-se a Cristo e formar com ele um só corpo. "Como disse São Leão Magno: 'A nossa participação no corpo e sangue de Cristo age de tal modo que nos transformamos naquele que recebemos'". Portanto, é dispor-se a viver, em comunhão com a Igreja, a missão de evangelizar, através da escuta e anúncio da Palavra, da comunhão fraterna, do serviço ao próximo e o compromisso com a justiça.
Terminada a celebração, a assembléia é enviada a viver e testemunhar a sua fé no seu dia-a-dia e a colaborar no crescimento do Reino de Deus nos vários ambientes em que vive. Este é um grande privilégio e uma grande missão: ser sinal da presença de Jesus.
Também quando os fiéis de nossas comunidades se reúnem sem a presença do padre para a celebração dominical, alimentando-se com o pão da Palavra, eles estão unidos à celebração da Eucaristia na Paróquia. Essa união é estabelecida através de Ministros não-ordenados, autorizados a presidir a celebração da Palavra e a distribuir a Sagrada Comunhão.
O católico reconhece com gratidão que tem o compromisso de participar de Eucaristia dominical, por ser celebrada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes da sua vida imortal.
Fonte: Livro da CNBB "Sou Católico Vivo a Minha Fé."
É o Sacramento que confirma e consolida a graça batismal, e concede o dom especial do Espírito Santo, unindo o cristão a Cristo e à sua Igreja. Existe, assim, uma íntima relação entre os Sacramentos da Confirmação e do Batismo, mesmo que haja uma distância de anos entre estas celebrações.
O gesto de estender as mãos sobre o confirmando e a unção com o óleo do Crisma são os sinais do dom do Espírito Santo. Ele comunica uma força especial para viver e testemunhar a fé cristã.
Este Sacramento também chama-se Crisma, porque a unção é realizada com o sagrado óleo do Crisma. Por esta unção, o cristão participa das unções do Espírito sobre Jesus, em seu Batismo e sobre os apóstolos e Maria, em Pentecostes.
Considerando-se a prática comum do Batismo de crianças, a Confirmação passa a marcar a maturidade da fé e a personalização do compromisso batismal. Por esta razão, é necessário que seja precedida de cuidadosa catequese. Somente assim, o Sacramento da Crisma será uma experiência especial e marcante na vida dos jovens, suscitando a continuidade na participação consciente e ativa nas celebrações e na vida da Igreja.
Fonte: Livro da CNBB "Sou Católico Vivo a Minha Fé."
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Lógica por Jaques Maritain
Depois disso, não iríamos nós estudar a máquina em questão, não mais por pura experiência, mas na sua aplicação na própria matéria que ela deve trabalhar, procurando como nos servir dela não somente de uma maneira correta, mas ÚTIL E EFICAZ? Portanto, do mesmo modo será necessário que examinemos o racioncínio em sua aplicação nas coisas, fazendo a pergunta: Em que condições o raciocínio é não somente correto, mas também verdadeiro e demonstrativo, e faz adquirir a ciência?
A escola de Aristóteles e de Santo Tomás ensina que a verdade não é impossível nem fácil, mas difícil de ser atingida pelo homem. Ela se opõe assim radicalmente ao cepticismo e ao racionalismoa. Vê, na abundância dos erros formulados pelos homens e em particular pelos filósofos, um sinal da debilidade de nosso espírito, mas um motivo, para amar ainda mais a inteligência e para apegar-se com mais rigor à verdade, e até um meio de fazer progredir o conhecimento (pelas refutações e elucidações que tais erros exigem de nós). De outro lado, compreende que a razão é o nosso único meio natural de entrar em posse da verdade, contanto que seja formada e disciplinada: em primeiro lugar e antes de tudo pela própria realidade, porque não é nosso espírito que mede as coisas, mas as coisas que medem nosso espírito; em seguida, por mestres, porque a ciência é uma obra coletiva, não individual, e só pode ser edificada pela continuidade de uma tradição viva; enfim, por Deus, se lhe aprouver ensinar aos homens e outorgar aos filósofos a norma negativa da fé (e da teologia).
Outros conceitos de filosofia pelo Livro de Jaques Maritain.
Que é que chamamos de "inteligível"? É aquilo que é cognoscívle pela inteligência. Dizer, porém, que a inteligência tem o ser como objetivo necessário e imediato e que conhecer verdadeiramente, não será dizer precisamente que o ser como tal é objetivo verdadeiramente cognoscível à inteligência, isto é, é inteligível? E dizer que o ser como tal é inteligível não é dizer que a inteligibilidade acompanha o ser ou que tôda coisa é inteligível na mesma medida em que é? Diremos, portanto, O SER COMO TAL É INTELIGÍVEL; TÔDA COISA É INTELIGÍVEL NA MEDIDA EM QUE É.
A essência: Consideramos o ser do ponto-de-vista da INTELIGIBILIDADE, ou por outra, consideramos o ser enquanto apto a entrar no espírito, ou a ser apreendido pela inteligência. É o ponto-de-vista mais universal em que nos poderemos colocar, pois sabemos que o ser como tal é inteligível, e portanto que a inteligibilidade é tão vasta quanto aquilo que é ou pode ser.
Convenhamos em chamar de ESSÊNCIA ao dado primeiro da inteligência dêste ponto-de-vista.
Essência em sentido lato é aquilo que tal idéia põe imediatamente ante a inteligência.
SER :
- AQUILO QUE É: ESSÊNCIA
- ATO DE SER: EXISTÊNCIA
A essência de uma coisa é o que esta coisa é necessariamente e primeiramente a título de princípio primeiro de inteligibilidade.
Nossa inteligência pode conhecer as essências das coisas.
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A arte é, como ensina Santo Tomás, uma virtude do intelecto prático, e como se distingue ao mesmo tempo das virtudes especulativas (inteligência dos princípios, ciência, sabedoria), e das virtudes morais, principalmente da prudência; em seguida, como é preciso dividir a arte e classificar as diversas artes; enfim, quais são os princípios supremos e as condições próprias - mas somente da ordem mais geral e elevada - das artes que têm por objetoa beleza (belas-artes) e que por isso ocupam um lugar transcendental entre as outras artes.
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Conclusões finais:
<> Filosofia tomista (moral da beatitude ou do soberano bem)
- O homem é ordenado a um fim último que não é ele mesmo; este fim último é Deus.
<> Sistemas de moral que degradam o homem
- O homem é ordenado a um fim último que não é ele mesmo a este fim último é algo de criado
(hedonismo, epicurismo, utilitarismo, etc.)
<> Sistemas de moral que divinizam o homem
- O homem não é ordenado a nenhum outro fim último que não seja ele mesmo, ou porque sua própria virtude é seu fim último (estoicismo), ou porque sua própria bondade não depende de nenhum bem para o qual seria ele feito (kantismo).
terça-feira, 5 de abril de 2011
Oração Antes de Ler a Bíblia
terça-feira, 29 de março de 2011
O SACRAMENTO DO BATISMO
domingo, 27 de março de 2011
PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO (Lc 15, 11 - 32)
Bom dia a todos !
Venho iniciar a nossa semana fazendo uma reflexão sobre a parábola do filho pródigo... Uma parábola rica em ensinamentos que o próprio Jesus Cristo nos deixou.
PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO (Lc 15, 11 - 32)
Disse também: "Um homem tinha dois filhos. O mais moço disse a seu pai: Meu pai, dá-me a parte da herança que me toca. O pai então repartiu entre eles os haveres. Poucos dias depois, ajuntando tudo o que lhe pertencia, partiu o filho mais moço para um país muito distante, e lá dissipou a sua fortuna, vivendo dissolutamente. Depois de ter esbanjado tudo, sobreveio "àquela região uma grande fome e ele começou a passar penúria. Foi pôr-se a serviço de um dos habitantes daquela região, que o mandou para os seus campos guardar os porcos. Desejava ele fartar-se das vagens que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava.Entrou então em si e refletiu: Quantos empregados há na casa de meu pai que têm pão em abundância... e eu, aqui, estou a morrer de fome! Vou me levantar e irei a meu pai, e lhe direi: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados.Levantou-se, pois e foi ter com seu pai. Estava ainda longe, quando seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, o abraçou e o beijou. O filho lhe disse, então: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. Este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a festa.O filho mais velho estava no campo. Ao voltar se aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um servo e perguntou-lhe o que havia. Ele lhe explicou: Voltou teu irmão. E teu pai mandou matar um novilho gordo para festejar, porque o reencontrou são e salvo. Encolerizou -se ele e não queria entrar, mas seu pai seiu e insistiu com ele. Ele, então, respondeu ao pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir ordem alguma tua, e nunca me deste um cabrito para festejar com os meus amigos. E agora, que voltou este teu filho, que gastou os teus bens com as meretrizes, logo lhe mandaste matar um novilho gordo! Explicou-lhe o pai: Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Convinha, porém fazermos festa, pois este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado".
Palavras da Salvação!
Gloria Vos Senhor!
Lindo texto, que não me caso de ler, já li este belíssimo ensinamento em muitos livros. Ex Ágape do Pe. Marcelo Rossi e Sou Cristão e Vivo a Minha Fé da CNBB. Concerteza muitos outros também fazem uma reflexão sobre essa leitura. E refletindo sobre esta leitura já me ajudou a melhorar muitos momentos de minha vida. Inclusive hoje vivo um período que parece que estou sendo injustiçado, pensei em me encolerizar, mais ai eu perderia a razão. Quero estar sempre perto de ti Senhor. Que eu não faça falso juizo sobre coisas e que possa cultivar dentro de mim as virtudes. Obrigado senhor por mais um final de semana!
Que Deus abençoe essa semana que está iniciando! Força para que vivamos perto de Jesus e colher os bons frutos que ele tem em nossa vida! Não quero impedir que ninguem se converta, me alegrarei sob aqueles que cairão em si e perceberam o quanto é maravilho viver a vida seguindo os ensinamentos de Cristo Jesus!
"Pai, santificado seja teu nome, venha o teu Reino" (Lc 11,1-4)
Uma ótima semana !
Abraço
terça-feira, 22 de março de 2011
Catecismo da Igreja Católica [Texto de Sto. Agostinho]
Olá a todos,
Venho hoje refletir sobre uma frase encontrada no CIC:
Pedro ainda não tinha compreendido isso ao desejar viver com Cristo sobre a montanha. Ele reservou-te isto, Pedro, para depois da morte. Mas agora Ele mesmo diz: Desce para sofrer na terra, para servir na terra, para ser desprezado, cruficado na terra. A vida desce para fazer-se matar; o Pão desce para ter fome; o Caminho desce para cansar-se da caminhada; a Fonte desce para ter sede; e tu recusas sofrer? #850
850 : Sto. Agostinho, Serm. 78,6: PL 38,492-493.
Este lindo texto nos faz refletir sobre o viver. Nosso viver tem que ser na virtude, sem acomodação.
Temos que aproveitar este momento para a caridade. Nos esvaziar de nós, e nos encher do amor de Deus. E o sofrimento é necessário. Não vivemos para esta vida. Queremos viver a vida eterna!
Que nossa prática de caridade, principalmente neste tempo de Quaresma seja objetivo de nosso dia-a-dia.
Um forte abraço a todos.