Feliz Ano Novo a todos!
Desejo que este ano de 2011 possa ser repleto de momentos de felicidades e realizações. Como testemunha, posso afirmar que com Deus no coração, podemos alcançar esses objetivos. Mantemos então essa experiência.
Aproveitando o tópico, venho continuar, falando sobre o livro "Buscai as coisas do alto" (Contendo frases eu auxiliam uma reflexão para o inicio de ano).
Começando pela definição da palavra DETERMINAÇÃO que é "Salvar de qualquer maneira a justiça divina".
Outras frases:
"Muitas vezes, quando ouvimos falarem santidade, logo pensamos que, para ser santo, é preciso morar em um mosteiro... ... é fácil ser santo sozinho, mas difícil convivendo com determinadas pessoas." O rancor aflorado pelas pessoas apenas atrapalha a nossa convivência com as pessoas.
"É preciso fazer um diagnóstico para saber em quais áreas da vida somos fracos, e isso é duro de mais. O arrependimento é o primeiro passo da cura interior, é muito doloroso."
"Você já percebeu quantos remédios existem para mudar s sentimentos?"
"A cura interior é sinal de crescimento, amadurecimento."
"Nisto saberá o mundo que vocês são meus, se viverem o amor." (Jo 13, 34-35)
"Nunca devemos apontar o dedo para o outro, quando fazemos isso, apontamos um dedo para a pessoa, outro para Deus e três para nós mesmos."
"A única coisa que nos impede de chegar a Deus não são nossos pecados. E sim a máscara que colocamos."
Por hoje é isso ai....
Um forte abraço
"Ide e Pregai o Evangelho a toda Criatura". MARCOS 16 , 15 Blog com o objetivo de propagar boas mensagens pela rede mundial de computadores. Sua contribuição é extremamente importante para a eficiência desse blog. Por favor, sinta-se à vontade enviar uma mensagem para rodolfo.barbosa.ti@gmail.com
sábado, 1 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
[Livro] Buscai as coisas do alto
Boa noite, venho apresentar um treço do livro Buscai as coisas do alto do falecido Pe. Leo.
"A vida é como andar de bicicleta se parar, cai, pois o equilíbrio vem do pedalar. O mesmo ocorre com os aviões. Se param, caem. O que sustenta seu equilíbio é o movimento dos motores.
É bom observar que a bicileta tem 2 rodas e um guidão, ou seja, o equilíbrio depende também de uma direção bem determinada. Quem não tem uma meta facilmente se cansa. É preciso saber para onde ir e ser persistente nessa direção."
Frase Bíblica:
"Salva-te, se queres conservar tua vida. Não olhe para trás, e não te detenhas em parte alguma da planície." (Gn 19,17)
Não se deter na planície é igual a não agarrar às coisas pequenas, não perder tempo com coisas insignificantes, não se deixar abaer pelos problemas e pelas dificuldades.
Frases do Livro:
"As vezes, fazemos uma tempestade em copo d'agua, e, às vezes, o copo está só pela metade"
"Segredo para felicidade: não olhar para trás, o passado, por melhor ou pior que tenha sido, não volta."
"O ser humano é inacabado, o mundo não está completo."
"A ideia do êxito causa acomodação. E a acomodação acaba com empresas, casamentos e comunidades."
"Outro grande perigo é a preguiça, que gera a falta de garra. No mundo das coisas fáceis, criamos pessoas engraquecidas, sem determinação, sem uma meta na vida."
"As pessoas procuram emprego mas não querem trabalho" Quanto mais fácil, melhor, o ser humano é transformado em um fantoche.
"A vida é dura, principalmente com quem é mole"
"Acomodação gera isolamento, ele não consegui viver em comunidade, e vive na comodidade, cada um no seu cômodo."
"A vida é dinâmica e ninguém viverá o tempo todo fechado em seu mundinho."
"Quando a graça de Deus se encontra com um espírito puro e batalhador, os milagres acontecem."
Para reflexão: Mt 25,14 ou Lc 19,11-18 - Parabola dos talentos
"A vida não tem pena de quem não luta."
"Para quem só pensa em si resta somente a estagnação"
Eu recomendo este livro, tudo isso foi apenas escrito no primeiro capítulo, nos cristãos precisamos estar em constante estado de Graça para não dar brechas para a tentação nos dominar. E assim, poder viver esse presente que Deus nos concedeu de maneira
Gostei de ter relido este capítulo, foi uma ótima reflexão para o ano que está começando.
Um grande abraço a todos.
Rodolfo
"A vida é como andar de bicicleta se parar, cai, pois o equilíbrio vem do pedalar. O mesmo ocorre com os aviões. Se param, caem. O que sustenta seu equilíbio é o movimento dos motores.
É bom observar que a bicileta tem 2 rodas e um guidão, ou seja, o equilíbrio depende também de uma direção bem determinada. Quem não tem uma meta facilmente se cansa. É preciso saber para onde ir e ser persistente nessa direção."
Frase Bíblica:
"Salva-te, se queres conservar tua vida. Não olhe para trás, e não te detenhas em parte alguma da planície." (Gn 19,17)
Não se deter na planície é igual a não agarrar às coisas pequenas, não perder tempo com coisas insignificantes, não se deixar abaer pelos problemas e pelas dificuldades.
Frases do Livro:
"As vezes, fazemos uma tempestade em copo d'agua, e, às vezes, o copo está só pela metade"
"Segredo para felicidade: não olhar para trás, o passado, por melhor ou pior que tenha sido, não volta."
"O ser humano é inacabado, o mundo não está completo."
"A ideia do êxito causa acomodação. E a acomodação acaba com empresas, casamentos e comunidades."
"Outro grande perigo é a preguiça, que gera a falta de garra. No mundo das coisas fáceis, criamos pessoas engraquecidas, sem determinação, sem uma meta na vida."
"As pessoas procuram emprego mas não querem trabalho" Quanto mais fácil, melhor, o ser humano é transformado em um fantoche.
"A vida é dura, principalmente com quem é mole"
"Acomodação gera isolamento, ele não consegui viver em comunidade, e vive na comodidade, cada um no seu cômodo."
"A vida é dinâmica e ninguém viverá o tempo todo fechado em seu mundinho."
"Quando a graça de Deus se encontra com um espírito puro e batalhador, os milagres acontecem."
Para reflexão: Mt 25,14 ou Lc 19,11-18 - Parabola dos talentos
"A vida não tem pena de quem não luta."
"Para quem só pensa em si resta somente a estagnação"
Eu recomendo este livro, tudo isso foi apenas escrito no primeiro capítulo, nos cristãos precisamos estar em constante estado de Graça para não dar brechas para a tentação nos dominar. E assim, poder viver esse presente que Deus nos concedeu de maneira
Gostei de ter relido este capítulo, foi uma ótima reflexão para o ano que está começando.
Um grande abraço a todos.
Rodolfo
sábado, 25 de dezembro de 2010
Feliz Natal!
Então é Natal!
Muitas vezes o Natal é tido como uma data triste!
Isso porque a gente se volta mais para o espírito comercial da data,
que para o significado de um nascimento e ensinamentos
que mudaram o rumo da nossa História!
E a gente ainda se afoga na correria da
data e na batalha das compras.
Mas mesmo assim todos têm
direito a um momento no ano para apaziguar
os corações e as mentes. por isso...
...se tens amigos, busca-os... O Natal é encontro.
Se tens inimigos, reconcilia-te... O Natal é Paz.
Se tens pobres ao teu lado, ajuda-os...O natal é dom.
Se tens soberba, sepulta-a...O Natal é humildade.
Se tens dívidas, paga-as...O Natal é justiça.
Se tens pecado, converte-te...O Natal é graça.
Se tens trevas, acende o teu farol...O Natal é luz.
Se tens tristeza, reaviva a tua alegria...O Natal é gozo.
Se estás no erro, reflete...O Natal é verdade.
Se tens ódio, esquece-o...O Natal é Amor.
Boas Festas e um Ano Novo repleto Saúde, Paz e Harmonia e que Deus esteja sempre com todos vocês.
São meus sinceros votos à todos vocês e suas Famiílias!
Abraços!
Muitas vezes o Natal é tido como uma data triste!
Isso porque a gente se volta mais para o espírito comercial da data,
que para o significado de um nascimento e ensinamentos
que mudaram o rumo da nossa História!
E a gente ainda se afoga na correria da
data e na batalha das compras.
Mas mesmo assim todos têm
direito a um momento no ano para apaziguar
os corações e as mentes. por isso...
...se tens amigos, busca-os... O Natal é encontro.
Se tens inimigos, reconcilia-te... O Natal é Paz.
Se tens pobres ao teu lado, ajuda-os...O natal é dom.
Se tens soberba, sepulta-a...O Natal é humildade.
Se tens dívidas, paga-as...O Natal é justiça.
Se tens pecado, converte-te...O Natal é graça.
Se tens trevas, acende o teu farol...O Natal é luz.
Se tens tristeza, reaviva a tua alegria...O Natal é gozo.
Se estás no erro, reflete...O Natal é verdade.
Se tens ódio, esquece-o...O Natal é Amor.
Boas Festas e um Ano Novo repleto Saúde, Paz e Harmonia e que Deus esteja sempre com todos vocês.
São meus sinceros votos à todos vocês e suas Famiílias!
Abraços!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Confissão Comunitária
Olá Pessoal,
Veja abaixo um texto sobre o Sacramento da Confissão pelo majistério da Igreja Católica escrito pelo Professor Felipe de Aquino. Neste tempo de advento é necessário a preparação do Cristão para o Natal.
Segundo este documento, a «absolvição geral» ou «coletiva» tem um caráter de excepcionalidade» e não pode enviar-se com caráter geral, a não ser que se dêem duas condições. O Catecismo da Igreja explica quando se pode realizar a Confissão comunitária:
§1483 – “Em casos de necessidade grave, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação com confissão e absolvição gerais. Esta necessidade grave pode apresentar-se quando há um perigo iminente de morte sem que o os sacerdotes tenham tempo suficiente para ouvir a confissão de cada penitente. A necessidade grave pode também apresentar-se quando, tendo-se em vista o número dos penitentes, não havendo confessores suficientes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo razoável, de modo que os penitentes; sem culpa de sua parte, se veriam privados durante muito tempo da graça sacramental ou da sagrada Eucaristia. Nesse caso, os fiéis devem ter, para a validade da absolvição, o propósito de confessar individualmente seus pecados no devido tempo (CDC, cân. 962,1). Cabe ao Bispo diocesano julgar se os requisitos para a absolvição geral existem (CDC, cân. 961). Um grande concurso de fiéis por ocasião das grandes festas ou de peregrinação não constitui caso de tal necessidade grave (CDC, cân. 961,1)”.
É importante notar que a Igreja obriga a pessoa que realizou uma Confissão comunitária, se confessar com o sacerdote tão logo seja possível. Assim, a Confissão comunitária, embora válida, não substituiu a Confissão auricular.
Note também que o documento declara que «não se considera suficiente necessidade quando não se pode dispor de confessores por causa só de uma grande concorrência de penitentes, como pode suceder em uma grande festa ou peregrinação».
A primeira coisa que Jesus fez após a Ressurreição, no mesmo domingo, foi instituir o Sacramento da Confissão: “Dizendo isto soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo; aqueles a quem perdoardes os pecados, os pecados ser-lhes-ão perdoados; aqueles aos quais os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,22-23).
O Catecismo da Igreja ensina que “O perdão dos pecados cometidos após o Batismo é concedido por um Sacramento próprio chamado sacramento da Conversão, da Confissão, da Penitência ou da Reconciliação”(§1486). E que “Aquele que quiser obter a reconciliação com Deus e com a Igreja deve confessar ao sacerdote todos os pecados graves que ainda não confessou e que se lembra depois de examinar cuidadosamente sua consciência” (§1493).
No mínimo uma vez ao ano todo católico deve se confessar; é um dos mandamentos da Igreja: “Todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano” (CDC, cân. 989). Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental (Conc. Trento, DS 1647,1661), a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar a um confessor (CDC, cân. 916; CCEO, cân.711). As crianças devem confessar-se antes de receber a Primeira Eucaristia” (CDC, cân. 914). (§1457).
O Catecismo da Igreja chama o Sacramento da Confissão de “Sacramento de cura”. Certa vez o Papa João Paulo II disse que os consultórios de psiquiatras estão cheios porque os Confessionários estão vazios.
Veja abaixo um texto sobre o Sacramento da Confissão pelo majistério da Igreja Católica escrito pelo Professor Felipe de Aquino. Neste tempo de advento é necessário a preparação do Cristão para o Natal.
Segundo este documento, a «absolvição geral» ou «coletiva» tem um caráter de excepcionalidade» e não pode enviar-se com caráter geral, a não ser que se dêem duas condições. O Catecismo da Igreja explica quando se pode realizar a Confissão comunitária:
§1483 – “Em casos de necessidade grave, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação com confissão e absolvição gerais. Esta necessidade grave pode apresentar-se quando há um perigo iminente de morte sem que o os sacerdotes tenham tempo suficiente para ouvir a confissão de cada penitente. A necessidade grave pode também apresentar-se quando, tendo-se em vista o número dos penitentes, não havendo confessores suficientes para ouvir devidamente as confissões individuais num tempo razoável, de modo que os penitentes; sem culpa de sua parte, se veriam privados durante muito tempo da graça sacramental ou da sagrada Eucaristia. Nesse caso, os fiéis devem ter, para a validade da absolvição, o propósito de confessar individualmente seus pecados no devido tempo (CDC, cân. 962,1). Cabe ao Bispo diocesano julgar se os requisitos para a absolvição geral existem (CDC, cân. 961). Um grande concurso de fiéis por ocasião das grandes festas ou de peregrinação não constitui caso de tal necessidade grave (CDC, cân. 961,1)”.
É importante notar que a Igreja obriga a pessoa que realizou uma Confissão comunitária, se confessar com o sacerdote tão logo seja possível. Assim, a Confissão comunitária, embora válida, não substituiu a Confissão auricular.
Note também que o documento declara que «não se considera suficiente necessidade quando não se pode dispor de confessores por causa só de uma grande concorrência de penitentes, como pode suceder em uma grande festa ou peregrinação».
A primeira coisa que Jesus fez após a Ressurreição, no mesmo domingo, foi instituir o Sacramento da Confissão: “Dizendo isto soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo; aqueles a quem perdoardes os pecados, os pecados ser-lhes-ão perdoados; aqueles aos quais os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,22-23).
O Catecismo da Igreja ensina que “O perdão dos pecados cometidos após o Batismo é concedido por um Sacramento próprio chamado sacramento da Conversão, da Confissão, da Penitência ou da Reconciliação”(§1486). E que “Aquele que quiser obter a reconciliação com Deus e com a Igreja deve confessar ao sacerdote todos os pecados graves que ainda não confessou e que se lembra depois de examinar cuidadosamente sua consciência” (§1493).
No mínimo uma vez ao ano todo católico deve se confessar; é um dos mandamentos da Igreja: “Todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos uma vez por ano” (CDC, cân. 989). Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental (Conc. Trento, DS 1647,1661), a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar a um confessor (CDC, cân. 916; CCEO, cân.711). As crianças devem confessar-se antes de receber a Primeira Eucaristia” (CDC, cân. 914). (§1457).
O Catecismo da Igreja chama o Sacramento da Confissão de “Sacramento de cura”. Certa vez o Papa João Paulo II disse que os consultórios de psiquiatras estão cheios porque os Confessionários estão vazios.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Consagração A Nossa Senhora Aparecida
Ó Maria Santíssima, que em vossa querida imagem de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil, eu, embora indigno de perencer ao número dos vossos filhos e filhas, mas cheio de desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis. Consagr-vos minha língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção.
Consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.
Recebei-me ó Rainha incomparável, no ditoso número de vossos filhos e filhas. Acolhei-me debaixo de vossa proteção.
Socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora da minha morte.
Abençoai-me ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade. Assim seja!
Consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.
Recebei-me ó Rainha incomparável, no ditoso número de vossos filhos e filhas. Acolhei-me debaixo de vossa proteção.
Socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora da minha morte.
Abençoai-me ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade. Assim seja!
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Objetivo do cristão é a santidade, diz Papa
Bom dia a todos !!! Venho neste tópico ecoar as palavras do Santo Padre Papa Bento XVI.
A santidade é o objetivo da vida do cristão, afirma Bento XVI, reconhecendo que, a partir dessa perspectiva, a morte deixa de provocar medo.
O Pontífice manifestou que a solenidade de Todos os Santos "convida-nos a elevar o olhar ao Céu e a meditar sobre a plenitude da vida divina que nos espera".
"A santidade, imprimir Cristo em si mesmo, é o objetivo da vida do cristão."
Bento XVI assegurou que "experimentamos com antecedência o dom da beleza da santidade cada vez que participamos da Liturgia Eucarística, em comunhão com a 'multidão imensa' dos bem-aventurados, que no Céu aclamam eternamente a salvação de Deus".
Ao mesmo tempo, afirmou que, a partir da vida dos santos, "torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, pelo contrário, torna-se-lhes verdadeiramente vizinho".
A santidade é o objetivo da vida do cristão, afirma Bento XVI, reconhecendo que, a partir dessa perspectiva, a morte deixa de provocar medo.
O Pontífice manifestou que a solenidade de Todos os Santos "convida-nos a elevar o olhar ao Céu e a meditar sobre a plenitude da vida divina que nos espera".
"A santidade, imprimir Cristo em si mesmo, é o objetivo da vida do cristão."
Bento XVI assegurou que "experimentamos com antecedência o dom da beleza da santidade cada vez que participamos da Liturgia Eucarística, em comunhão com a 'multidão imensa' dos bem-aventurados, que no Céu aclamam eternamente a salvação de Deus".
Ao mesmo tempo, afirmou que, a partir da vida dos santos, "torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, pelo contrário, torna-se-lhes verdadeiramente vizinho".
domingo, 14 de novembro de 2010
Por uma cultura política da participação!
A recordação da independência do Brasil faz-nos refletir sobre a vida política brasileira. O quadro pintado por Pedro Américo, retratando este fato de nossa história, evidencia um traço marcante de nossa cultura política, isto é, que o povo está sempre "assistindo" aos fatos políticos, ao invés de participar deles diretamente. No referido quadro, o povo está representado no carrero, que aparece ao lado do que está acontecendo, atônito, sem ter participação ativa. A pintura sugere que alguns iluminados sabem o que é bom e o realizam "para" o povo, não "com" o povo.
Isto está dentro de uma visão política herdada da cultura lusitana, que tinha em seu imaginário coletivo o mito do "salvador iluminado", o jovem rei Dom Sebastião, desaparecido em combate, que o povo acreditava que não havia morrido e que voltaria para resolver todos os problemas do reino. Todos aguardavam com ansiedade seu retorno. Com isso, as pessoas desincumbiam-se da tarefa de construir o presente, e remetiam tudo a "alguém" que faria isto por eles.
Nem é preciso salientar o quanto é politicamente nefasta esta mentalidade, incorporada ao imaginário coletivo brasileiro e, por ainda, à prática política dos que se revezam no poder, sendo que a própria democracia representativa reforça esta cultura. A participação do povo é formal, e resume-se a comparecer às urnas no pleito eleitoral. Daí em diante, como carrero do quadro de Pedro Américo, ele "assiste" o que supostamente fazem em seu nome.
Urge criar uma cultura política da participação, onde as pessoas sejam protagonistas da política, não somente eleitores, aproveitando canais que favoreçam a sua efetiva e decidida presença nas decisões políticas. Não somente isto, mas também educar politicamente o povo libertando-o da mentalidade do "salvador da pátria", empecilho para uma verdadeira cidadania.
Não podemos ficar assistindo ao que fazem por nós, menos ainda aceitar passivamente ser excluídos dos centros decisórios. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Foram palavras de Padre Antonio Aparecido Alves (Toninho)
Mestre em Ciências Sociais e Doutor em Teologia.
Pároco na paróquia São Benedito do Alto da Ponte
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