quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Consagração A Nossa Senhora Aparecida

Ó Maria Santíssima, que em vossa querida imagem de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil, eu, embora indigno de perencer ao número dos vossos filhos e filhas, mas cheio de desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis. Consagr-vos minha língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção.

Consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.

Recebei-me ó Rainha incomparável, no ditoso número de vossos filhos e filhas. Acolhei-me debaixo de vossa proteção.

Socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora da minha morte.

Abençoai-me ó Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade. Assim seja!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Objetivo do cristão é a santidade, diz Papa

Bom dia a todos !!! Venho neste tópico ecoar as palavras do Santo Padre Papa Bento XVI.

A santidade é o objetivo da vida do cristão, afirma Bento XVI, reconhecendo que, a partir dessa perspectiva, a morte deixa de provocar medo.

O Pontífice manifestou que a solenidade de Todos os Santos "convida-nos a elevar o olhar ao Céu e a meditar sobre a plenitude da vida divina que nos espera".

"A santidade, imprimir Cristo em si mesmo, é o objetivo da vida do cristão."

Bento XVI assegurou que "experimentamos com antecedência o dom da beleza da santidade cada vez que participamos da Liturgia Eucarística, em comunhão com a 'multidão imensa' dos bem-aventurados, que no Céu aclamam eternamente a salvação de Deus".

Ao mesmo tempo, afirmou que, a partir da vida dos santos, "torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, pelo contrário, torna-se-lhes verdadeiramente vizinho".

domingo, 14 de novembro de 2010

Por uma cultura política da participação!



A recordação da independência do Brasil faz-nos refletir sobre a vida política brasileira. O quadro pintado por Pedro Américo, retratando este fato de nossa história, evidencia um traço marcante de nossa cultura política, isto é, que o povo está sempre "assistindo" aos fatos políticos, ao invés de participar deles diretamente. No referido quadro, o povo está representado no carrero, que aparece ao lado do que está acontecendo, atônito, sem ter participação ativa. A pintura sugere que alguns iluminados sabem o que é bom e o realizam "para" o povo, não "com" o povo.

Isto está dentro de uma visão política herdada da cultura lusitana, que tinha em seu imaginário coletivo o mito do "salvador iluminado", o jovem rei Dom Sebastião, desaparecido em combate, que o povo acreditava que não havia morrido e que voltaria para resolver todos os problemas do reino. Todos aguardavam com ansiedade seu retorno. Com isso, as pessoas desincumbiam-se da tarefa de construir o presente, e remetiam tudo a "alguém" que faria isto por eles.

Nem é preciso salientar o quanto é politicamente nefasta esta mentalidade, incorporada ao imaginário coletivo brasileiro e, por ainda, à prática política dos que se revezam no poder, sendo que a própria democracia representativa reforça esta cultura. A participação do povo é formal, e resume-se a comparecer às urnas no pleito eleitoral. Daí em diante, como carrero do quadro de Pedro Américo, ele "assiste" o que supostamente fazem em seu nome.

Urge criar uma cultura política da participação, onde as pessoas sejam protagonistas da política, não somente eleitores, aproveitando canais que favoreçam a sua efetiva e decidida presença nas decisões políticas. Não somente isto, mas também educar politicamente o povo libertando-o da mentalidade do "salvador da pátria", empecilho para uma verdadeira cidadania.

Não podemos ficar assistindo ao que fazem por nós, menos ainda aceitar passivamente ser excluídos dos centros decisórios. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Foram palavras de Padre Antonio Aparecido Alves (Toninho)
Mestre em Ciências Sociais e Doutor em Teologia.
Pároco na paróquia São Benedito do Alto da Ponte

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mãos se cruzam, se unem, e entrelaçam rumo ao mesmo objetivo: CONSTRUIR VIDA.

Boa noite pessoal. Veja texto muito bom que encontrei pela internet do Padre Thiago D. Dias que é Assessor Diocesano da Catequese/Crisma. Mãos se cruzam, se unem, e entrelaçam rumo ao mesmo objetivo: CONSTRUIR VIDA. Mãos se cruzam, se unem, se entrelaçam rumo ao mesmo objetivo: "construir vida". Em cada página da história são construídos "grandes relacionamentos". Mas, para ser "grande", é preciso deixar-se envolver, pois relacionar traduz-se em Parentesco, Parcerias, Engajamento Mútuo, Fraternidade etc. A questão que hoje as pessoas não se envolvem, não se relacionam; apenas convivem e, às vezes, nem convivem. COM VIVER é relacionar, é entrar na intimidade, é trazer vida. É se unir. É ser solícito. A solicitude significa ser cuidadoso, diligente, prestativo, prestimoso, dedicado, atencioso. Ser solícito é dizer: "tá precisando de mim", "tô aqui", "tô a disposição". Colocando-se à disposição a Comissão Bíblico-Catequética uniu-se com a Comissão em Defesa da Vida para um momento bonito, o 1º Encontro "Juntos pela Vida". Caminhada, adoração, palestra, missa e show foram elementos que possibilitaram a todos os presentes a manifestação a vida. Nós nos relacionamos, nos confraternizamos, deixamo-nos envolver, fomos solícitos, criamos possibilidade para que o desenvolvimento humano acontecesse e a vida se manifestasse. Para nós, humanos, sempre é bom perguntar: "Quem somos e quem desejamos ser, pois não basta simplesmente existir. É preciso conferir sentido à existência". Sendo assim, não passe pela vida, construa vida. Juntos, construamos vida.

domingo, 24 de outubro de 2010

[Bíblia] Evangelho Segundo São João - I - Prólogo | O Verbo divino

Jo 1,1-18 O Verbo divino 1. No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. 2. Ele estava no princípio junto de Deus. 3. Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito. 4. Nele havia a vida, e a vida era a luz dos homens. 5. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. 6. Houve um homem, enviado por Deus, que se chamava João. 7. Este veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. 8. Não era ele a luz, mas veio para dar testemunho da luz. 9. [O Verbo] era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. 10. Estava no mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu. 11. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. 12. Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, 13. os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus. 14. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. 15. João dá testemunho dele, e exclama: Eis aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim é maior do que eu, porque existia antes de mim. 16. Todos nós recebemos da sua plenitude graça sobre graça. 17. Pois a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. 18. Ninguém jamais viu Deus. O Filho único, que está no seio do Pai, foi quem o revelou. A palavra Jesus quer dizer, em hebraico, "Deus salva", e a palavra Cristo vem da tradução grega do termo hebraico "Messias" que quer dizer "ungido". É o único nome divino que traz a salvação (Jo 3,18) Esta revelação escrita pelo Evangelista São João em Jo 1,1-18, transmite a mensagem de que Jesus Cristo é Deus ("No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. Jo 1,1"). Jesus Cristo é o tão esperado Messias falado no antigo testamento. O Verbo: A palavra substancial e eterna do Pai, que constitui a segunda pessoa da Santíssima Trindade. Nos versículos 2 e 3 reforça que o Verbo estava desde o princípio e por ele tudo foi feito (Criação do mundo, criação da vida, citações no início do livro do Geneses). Em Jo 1,5 há uma afirmação maravilhosa, "A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam." O compreenderam é no sentido de "Não a reprimiram". O mal não pode dominar o bem, foi pelo bem que a luz da vida surgiu. Jo 1,7 mostra a missão do o Evangelista São João, que é exemplificada nos versículos 8 e 9. São João, proclama Jesus Cristo pois como a luz que ilumina todo homem. Já nos versículos 10, 11 diz sobre a rejeição que algumas pessoas tiveram sobre essa verdade. Mas no versículo 12 afirma que a todos que receberam esta verdade tiveram o poder de se tornarem filhos de Deus. No versículo 14 "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós" mostra a encarnação do Filho de Deus pela força do Espírito Santo sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem onde passou pela mesma terra que nós estamos habitados. A Igreja denomina "Encarnação" o fato de o Filho de Deus ter assumido uma natureza humana para realizar nela a nossa salvação. [O Filho de Deus] trabalhou com mãos humanas, pensou com inteligência humana, agiu com vontade humana, amou com coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado. CIC 470 O Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus, esta afirmação pode ser vista em (1Jo 4,10). Uma frase de S. Gregório de Nissa mostrando um fator histórico: "Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída, ser reerguida: morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos à luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador. Essas razões eram sem importância? Não eram tais que comoveriam a Deus a ponto de fazê-lo descer até nossa natureza humana para visitá-la, uma vez que a humanidade se encontrava em um estado tão miserável e tão infeliz?" Por fim, afirma assim como no antigo testamento que a lei de Deus foi dada a Moisés e a graça e a verdade foram revelados por Jesus Cristo. Frases do CIC 458,459 e 460: "O Verbo se fez carne para que, assim, conhecêssemos o amor de Deus" "O Verbo se fez carne para ser nosso modelo de santidade" "O Verbo se fez carne para tornar-nos "participantes da natureza divina"" "Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus" Jo 1,12 Viva o nosso Senhor Jesus Cristo !!! per Dominum nostrum Iesum Chrstum - por Nosso Senhor Jesus Cristo Catecismo da Igreja Católica [479, 480, 481, 482 e 483]: 479: No tempo determinado por Deus, o Filho Único do Pai, a Palavra Eterna, isto é, o Verbo e a Imagem substancial do Pai, encarnou: sem perder a natureza divina, assumiu a natureza humana. 480: Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade de sua Pessoa Divina: por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens. 481: Jesus Cristo possui duas naturezas, a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na única Pessoa do Filho de Deus. 482: Sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Cristo tem uma inteligência e uma vontade humanas, perfeitamente concordantes com e submetidas a sua inteligência e a sua vontade divinas, que tem em comum com o Pai e o Espírito Santo. 483: A Encarnação é, portanto, o Mistério da admirável união da natureza divina e da natureza humana na única Pessoa do Verbo. Espero que este texto possa ajudar na interpretação e estimular a leitura, nos Cristãos, devemos conhecer Jesus Cristo para que possamos dar testemunho de dEle! Comentários são bem vindos. Uma ótima semana!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A eterna revolução - Ortodoxia Chersterton

Boa noite.

Venho compartilhar uma frase do livro Ortodoxia de Chersterton para reflexão.

"Um cristão pode coerentemente dizer: "Eu respeito a posição social daquele homem, embora ele aceite subornos". Mas um cristão não pode dizer, como todos os modernos andam dizendo no café da manhã e no almoço: "Um homem daquela posição social não aceitaria subornos". Pois é parte do dogma cristão que qualquer homemde qualquer posição social pode aceitar subornos. É parte do dogma cristão; e acontece que, por uma curiosa coincidência, é parte da óbvia história humana."

Esses dias eu ouvi um comentáriod o Silvio Santos sobre a política, dizendo que o candidato Paulo Maluf não teria porque roubar já que tem muito dinheiro. Esta é uma frase incoerente, não deve ser tratada como uma verdade.

Sem desmerecer o candidato Paulo Maluf, mas qualquer pessoa pode violar a moral/ética independênte de sua classe social.

Embora pareça estranho, e até comparado com dados históricos dizer que é fora do comum um ladrão de terno e gravata, mas existem, e ainda podem continuar existindo. Digo isso pois recentemente eu soube de um assalto, aonde o assaltante estava de terno e muito bem apresentável na frente de uma igreja no bairro nobre da cidade.

Essa frase também nos alerta a tomar cuidado com as inferências que as vezes fazemos sobre as pessoas.

Uma outra frase diz: "Não devemos coroar o homem excepcional que sabe que pode governar. Devemos antes coroar o homem muito mais excepcional que sabe que não pode"

A autoconfiança as vezes pode ser muito perigoso, quando temos dúvidas e sabemos quem somos, podemos nos motivar para buscar as soluções dessas questões, nos mostrando melhores.

Bom, estou gostando da leitura desse livro Ortodoxia de Chersterton e recomendo a vocês!

Abraço e uma ótima semana.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS (COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA REGIONAL SUL 1 CNBB)

A paz de Cristo a todos! Boa noite!

Vejam abaixo a carta da CNBB Regional Sul 1 com respeito ao aborto...

Recomendo também que assistam o vídeo do Pe. Paulo Ricardo, cujo link para acesso está abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=bjUWtAQJ8YI

Que nós Cristãos, continuemos nesta caminhada de proclamar o evangelho a todos!